Quando alguém pergunta quem você é, o que costuma responder?
A maioria de nós responde com funções: profissão, maternidade, relacionamentos, papéis sociais. São respostas legítimas, mas incompletas.
Esses papéis ajudam a organizar a vida em sociedade. Eles importam.
Mas eles não são a totalidade de quem somos.
Existe uma parte sua que não cabe em rótulos.
Que sente antes de pensar.
Que sabe antes de explicar.
O desafio é que, com o tempo, muitas de nós se identificam tanto com a persona que passam a confundir máscara com essência.
Tirar as máscaras não significa abandonar a vida que se construiu.
Significa lembrar que você é mais do que ela.
Quem é você quando não precisa corresponder?
Quando não precisa provar?
Quando não precisa sustentar nenhuma imagem?
Essa pergunta não pede resposta imediata.
Ela pede escuta.



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